Economia
OCDE. Economia mundial deve crescer 2,9% este ano e ter recuperação gradual em 2027
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico antecipa uma recuperação gradual da economia mundial em 2027, mas considera que o cenário continua sujeito a riscos significativos, sobretudo relacionados com a energia, a inflação, as condições financeiras, fenómenos meteorológicos extremos e a evolução do investimento em inteligência.
Os especialistas da OCDE optam, ainda assim, por manter a previsão do crescimento mundial em 2,9% este ano.
A OCDE estima que o crescimento mundial tenha abrandado na primeira metade de 2026, mas salienta que o impacto do conflito no Médio Oriente foi parcialmente compensado pelo investimento e pela produção associados à inteligência artificial, As medidas de apoio adotadas por vários governos deram também uma ajuda á economia.
Mas não há bela sem senão, alerta a OCDE: Este apoio da IA à atividade económica, e ao consequente crescimento mundial pode mudar, se os lucros forem inferiores ao esperado, levando a uma correção nos mercados e a uma redução do investimento no setor.
A inflação mantém se no podium das preocupações. Este ano deverá aumentar devido à subida dos preços das matérias-primas. Na zona euro, a OCDE prevê uma inflação de 3% este ano e 2,9% em 2027, refletindo sobretudo os crescentes preços do gás e da energia.
A situação dos stocks de gás na Europa é particularmente preocupante: as reservas encontravam-se, em meados de setembro, no nível mais baixo para esta altura do ano em mais de 15 anos, garantem os peritos da organização com sede em Paris.
Estas perspetivas económicas poderão tornar-se menos positivas se a evolução do conflito do Médio Oriente e a interrupção prolongada das exportações de petróleo e gás levarem a novos aumentos dos preços da energia, a uma inflação mais elevada e um menor crescimento.
A OCDE estima que o crescimento mundial tenha abrandado na primeira metade de 2026, mas salienta que o impacto do conflito no Médio Oriente foi parcialmente compensado pelo investimento e pela produção associados à inteligência artificial, As medidas de apoio adotadas por vários governos deram também uma ajuda á economia.
Mas não há bela sem senão, alerta a OCDE: Este apoio da IA à atividade económica, e ao consequente crescimento mundial pode mudar, se os lucros forem inferiores ao esperado, levando a uma correção nos mercados e a uma redução do investimento no setor.
A inflação mantém se no podium das preocupações. Este ano deverá aumentar devido à subida dos preços das matérias-primas. Na zona euro, a OCDE prevê uma inflação de 3% este ano e 2,9% em 2027, refletindo sobretudo os crescentes preços do gás e da energia.
A situação dos stocks de gás na Europa é particularmente preocupante: as reservas encontravam-se, em meados de setembro, no nível mais baixo para esta altura do ano em mais de 15 anos, garantem os peritos da organização com sede em Paris.
Estas perspetivas económicas poderão tornar-se menos positivas se a evolução do conflito do Médio Oriente e a interrupção prolongada das exportações de petróleo e gás levarem a novos aumentos dos preços da energia, a uma inflação mais elevada e um menor crescimento.